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Economia Auxílio Emergencial

Assinada pelo presidente Bolsonaro a Medida Provisória do Novo Auxílio Emergencial

Serão beneficiados 45,6 milhões de pessoas

18/03/2021 18h06 Atualizada há 3 semanas
Por: Redação Fonte: Matéria reintegrada/Agência Brasil
© Arquivo/Agência Brasil
© Arquivo/Agência Brasil

Assinado nesta quinta-feira a Medida Provisória que cria o novo auxílio emergencial. Os beneficiários serão os trabalhadores informais e famílias que recebem o Bolsa Família. O novo auxílio será pago a partir de abril do corrente ano, sendo 04 parcelas, onde os valores serão de R$ 150 – para quem mora sozinho, R$ 250 - Famílias com mais de uma pessoa e que não são chefiadas por mulheres ou R$ 375 – Famílias chefiadas por mulheres.

Nessa nova etapa, 45,6 milhões de famílias serão beneficiadas em um investimento que chega a R$ 43 bilhões.

Desse total, R$ 23,4 bilhões serão destinados ao público já inscrito em plataformas digitais da Caixa (28.624.776 de beneficiários), R$ 6,5 bilhões para integrantes do Cadastro Único (6.301.073 de beneficiários) e outros R$ 12,7 bilhões para atendidos pelo Bolsa Família (10.697.777 de beneficiários).

A operação para pagamento das parcelas do auxílio seguirá o modelo utilizado em 2020. Os integrantes do Bolsa Família serão contemplados com o benefício conforme o calendário habitual do programa, enquanto os demais receberão na Conta Social Digital.

Somente quem está cadastrado e recebeu o benefício ano passado poderá receber o novo auxílio este ano. Não haverá novos cadastros para novos beneficiários.

Para receber as novas parcelas, os beneficiários devem atender aos seguintes requisitos:

  • Trabalhador informal ou beneficiário do Bolsa Família.
  • Renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$ 3.300).
  • Renda familiar por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 550).
  • Recebido o auxílio emergencial em 2020.

Caixa diz que calendário do novo auxílio emergencial está pronto

O calendário de pagamento da nova rodada do auxílio emergencial está pronto, anunciou, hoje (18), o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães. As datas de pagamento, no entanto, dependem de validação do presidente Jair Bolsonaro, que entregará ao Congresso Nacional as medidas provisórias que autorizam a retomada do benefício social.

Em entrevista coletiva para explicar o lucro de R$ 13,169 bilhões do banco em 2020, Guimarães informou que, desta vez, a instituição financeira está mais preparada tecnologicamente para retomar o pagamento nas agências e por meio do aplicativo Caixa Tem, de modo a evitar aglomerações.

“Do ponto de vista técnico, estamos preparados desde 2020, fazendo esse equilíbrio entre o pagamento nas agências e no digital, tendo como objetivo básico ajudar as pessoas a receber os recursos e evitar aglomeração”, declarou Guimarães. 

Ele explicou que o pagamento a 45,6 milhões de beneficiários seguirá o modelo adotado no segundo semestre do ano passado, com calendários escalonados para os trabalhadores informais e com o cronograma habitual do Bolsa Família para os participantes do programa social.

Novas agências

Recentemente, o banco anunciou a contratação de 5.570 empregados e terceirizados para reforçar o atendimento em todo o país e de 87 técnicos em Tecnologia da Informação (TI) para trabalharem no Distrito Federal. O banco também pretende abrir 76 agências neste ano, das quais 52 nas regiões Norte e Nordeste. Para essas novas unidades, o banco contratará 506 profissionais.

Segundo Guimarães, a abertura das unidades deu prioridade às áreas menos desenvolvidas do país. “Além disso, 52 [novas agências] estarão nas regiões Norte e Nordeste, que são regiões mais carentes. E, em especial, Pará e Maranhão, cada um recebendo 16 novas agências”.

Banco digital

O presidente da Caixa também anunciou que a instituição obteve autorização da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest) para montar seu banco digital (banco que atende apenas pela internet, sem agências físicas). Ele informou que o pedido à Sest foi feito em dezembro e a abertura do braço digital da instituição agora depende de diversas fases de autorização pelo Banco Central.

De acordo com Guimarães, o banco digital nascerá com 107,2 milhões de clientes e será a maior fonte de pagamentos da Caixa, por causa das transações com débito e do Pix, sistema instantâneo de pagamentos criado pelo Banco Central em novembro.

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